Como a guerra entre EUA e Irã afeta os preços do Petroleo e da Petrobras

Depois de um longo tempo sem publicar, hoje faz bastante sentido retomar com o tópico mais relevante possível por quem entende de tecnologia petrolífera.

Existe uma cena que se repete em momentos de tensão no Oriente Médio: o noticiário começa a falar de mísseis, bases militares, navios parados, e o mercado de petróleo reage como quem sente o cheiro de fumaça antes de ver o fogo. O curioso é que, muitas vezes, a produção ainda nem caiu de fato. A mudança acontece primeiro na imaginação coletiva do risco. E no petróleo, risco imaginado vira preço real com uma velocidade impressionante.

Nesta análise, o foco não é a guerra em si, nem o tabuleiro geopolítico com todas as suas camadas. O ponto é mais específico e, ao mesmo tempo, mais poderoso: o gargalo logístico que transforma um conflito regional em um choque global de preços. Esse gargalo tem nome e endereço. Estreito de Ormuz.

Você pode pensar nele como uma porta estreita no fim de um corredor. O corredor está cheio de petróleo e derivados que precisam sair. Se alguém encosta o dedo nessa porta, o mundo inteiro começa a recalcular o que vale um barril hoje, amanhã e no mês que vem. E aí entra a Petrobras, porque a empresa vive num lugar estranho da história: ela ganha muito quando o barril sobe, mas também carrega uma responsabilidade doméstica que faz a alta do petróleo virar um problema político, social e operacional dentro do Brasil.

O estreito que virou termômetro do planeta

Ormuz não é um detalhe do mapa. Ele funciona como um daqueles pontos de falha que engenheiros chamam de crítico: se der errado ali, dá errado em cadeia. É por ali que passa uma fração gigantesca do petróleo que navega no mundo e também um pedaço relevante do comércio global de gás natural liquefeito. Isso já seria suficiente para deixar traders nervosos. O que piora é que, em guerra, não é preciso um bloqueio perfeito para criar estrago. Basta o risco ser crível.

Quando surgem ameaças de fechamento, ataques a navios, interrupções de tráfego, ou cancelamento de cobertura de seguro, acontece algo que parece pequeno, mas muda tudo: o petróleo que estava disponível vira petróleo incerto. O barril físico pode até existir, só que o mercado começa a tratar aquela oferta como se estivesse a caminho de virar ausência.

E o mecanismo de transmissão é cruelmente simples:

  • navio com risco maior custa mais para operar,

  • o seguro fica mais caro ou simplesmente some,

  • alguns armadores evitam a rota,

  • o fluxo desacelera,

  • a percepção de escassez entra no preço.

Esse é o tipo de choque que não se limita ao barril. Ele contamina fretes, prazos, estoques e até o comportamento dos governos, que começam a falar em reservas estratégicas e coordenação emergencial. Em resumo, Ormuz não precisa parar totalmente para bagunçar o mercado. Ele só precisa ficar perigoso o suficiente para o mundo duvidar.

O preço do petróleo em guerra não é só oferta e demanda

Quando a gente aprende sobre preço de commodity, a história costuma ser limpa: oferta sobe, preço cai; demanda sobe, preço sobe. Só que em guerra aparece uma terceira variável que bagunça o gráfico: o prêmio de risco.

Esse prêmio tem duas caras.

A primeira é o prêmio de interrupção. É o medo de que o petróleo não chegue. Mesmo que chegue, o atraso já cria efeito, porque refinarias e distribuidores operam com estoques e contratos que têm timing. O mercado odeia timing incerto.

A segunda é o prêmio de logística. Mesmo sem interrupção total, o custo de mover o barril aumenta, e isso empurra preços de derivados, principalmente em regiões que dependem de importação marginal. É aí que a conversa começa a encostar no Brasil com mais força, porque o país tem uma produção enorme de petróleo, mas ainda depende do mercado internacional para equilibrar partes importantes do consumo de combustíveis, especialmente diesel em diversos momentos.

É nesse ponto que vale uma pausa, porque isso parece paradoxal para muita gente: como um país produtor sofre com alta do petróleo? A resposta está no detalhe de sempre: não basta produzir, você precisa produzir o tipo certo, refinar do jeito certo, na capacidade certa, com a logística certa. Caso contrário, você exporta petróleo e importa combustível, e a alta do barril vira uma faca de dois gumes.

Petrobras: uma empresa que vende petróleo e administra temperatura social

A Petrobras é, ao mesmo tempo, uma grande produtora com ativos de classe mundial e uma fornecedora central para o abastecimento doméstico. Quando o Brent sobe, a área de exploração e produção costuma sorrir. A receita em dólar melhora, a geração de caixa acelera, o pré-sal mostra por que é tão valioso. Só que o Brasil abastece carros, caminhões e indústrias em reais, e essa conta chega na bomba, no frete, no supermercado, no índice de inflação.

Aqui entra a parte menos óbvia, mas decisiva: a política de preços não é um detalhe administrativo, é um instrumento de gestão de crise.

Nos últimos anos, a Petrobras passou a operar com uma estratégia comercial que tenta evitar o repasse automático da volatilidade internacional para o mercado interno. Ela não abandonou a referência externa como se o mundo deixasse de existir, mas deixou de tratar a paridade de importação como um piloto automático diário. O discurso e a prática caminham na direção de suavizar movimentos bruscos, escolhendo melhor o momento e o tamanho dos reajustes. E as coisas mudam enquanto probabilidade de encontrar petroleo vai estreitando as necessidades.

Esse comportamento, em um cenário de guerra, muda completamente o filme.

Se a Petrobras repassasse tudo de forma imediata, a alta do Brent entraria no Brasil quase no mesmo dia, com o câmbio ainda adicionando ruído. Só que, quando a empresa decide amortecer, ela cria uma espécie de colchão temporário para o consumidor. Isso soa ótimo… até você lembrar que alguém paga o colchão. Na prática, amortecer preço pode comprimir margem no refino e na comercialização, e esse efeito aparece em resultados, em investimentos e, inevitavelmente, na discussão sobre dividendos.

Não existe almoço grátis. Existe apenas alguém diferente segurando o prato.

O detalhe que bagunça o resultado: a Petrobras não vive só de upstream

Quando o barril sobe, o negócio de produzir petróleo tende a ganhar. Só que a Petrobras também refina, vende diesel, gasolina, querosene de aviação, e ainda se move em um mercado onde importadores privados entram e saem conforme a atratividade.

Se a Petrobras mantém preços internos abaixo do custo equivalente de importação por tempo demais, importadores perdem espaço. Isso pode proteger consumidor no curto prazo, mas também concentra ainda mais a responsabilidade de abastecimento na Petrobras. Em um choque de guerra, esse risco de concentração cresce: fretes sobem, seguros encarecem, rotas ficam imprevisíveis. O importador olha para a operação e pensa duas vezes antes de trazer carga.

A Petrobras, por ter escala, infraestrutura e presença em refino, pode ser a âncora do abastecimento. Só que a âncora pesa. E pesa mais quando o mercado internacional está estressado.

É por isso que, em guerra, a pergunta correta não é apenas quanto sobe o Brent. A pergunta é: quanto sobe o Brent, quanto sobe o frete, quanto sobe o seguro, como fica o câmbio, e como a Petrobras decide transformar tudo isso em preço doméstico ao longo de semanas, não de horas.

Três cenários que ajudam a enxergar a mecânica

A incerteza é grande em qualquer conflito, então vale olhar para o problema como cenário, não como previsão.

Cenário O que acontece em Ormuz Reação típica do petróleo Onde dói na Petrobras Onde ajuda a Petrobras
Tensão alta, fluxo funcionando risco elevado, mas passagem continua preço sobe com prêmio de risco moderado decisão de repasse vira pressão política; volatilidade do câmbio atrapalha exportação de óleo melhora; caixa do upstream cresce
Disrupção parcial e custo logístico explode trânsito reduz, seguro caro, armadores evitam alta mais forte, derivativos esticam; spreads regionais abrem importação de derivados fica mais cara; abastecimento exige coordenação refino interno ganha valor estratégico; exportação de óleo ainda favorecida
Disrupção severa por dias ou semanas fluxo quase para, estoques entram no jogo salto agudo, pânico, volatilidade extrema risco de compressão de margem se segurar preços; risco de falta local se importadores recuam receita do upstream dispara se a produção seguir; empresa vira peça central do sistema

O interessante é que a Petrobras pode sentir dor e alívio ao mesmo tempo no mesmo trimestre. O upstream pode estar imprimindo dinheiro, enquanto o downstream vira foco de tensão e discussão pública. E o mercado de ações tenta precificar esse cabo de guerra em tempo real.

O Brasil entra na história pelo diesel e pelo câmbio

Há um ponto que costuma passar batido: em choque geopolítico, o preço do petróleo em dólar sobe e, ao mesmo tempo, o dólar costuma ficar mais forte por movimento de aversão a risco. O Brasil, como emergente, muitas vezes vê o câmbio piorar nesses momentos. Isso significa que o custo em reais pode subir duas vezes: pelo Brent e pelo dólar.

Diesel é o combustível que mais amplifica esse efeito, porque ele atravessa a economia inteira. Caminhão não negocia com a realidade. O frete sobe, e o frete entra no preço de tudo. A Petrobras sabe disso, qualquer governo sabe disso, e por isso diesel vira o centro emocional da política de preços.

Se o cenário é de guerra, o dilema clássico aparece:

  • repassar rápido e aceitar inflação, com custo político e social,

  • segurar e aceitar pressão de margem, com custo corporativo e risco de distorção.

Em algum momento, a conta precisa fechar. A diferença é o ritmo e o modo.

O lado menos óbvio: refinarias viram ativos ainda mais valiosos

Quando o mundo está normal, discutir refino às vezes parece assunto chato, quase burocrático. Em crise, refino vira proteção. A capacidade de transformar petróleo em derivados dentro do país reduz dependência de importação marginal, especialmente quando a logística global está bagunçada.

Isso não significa que o Brasil se torne imune, porque algumas correntes de produto e tipos de petróleo ainda exigem balanceamento. Só que melhora o jogo. Em disrupção logística, quem tem refinaria funcionando e logística interna organizada consegue respirar melhor do que quem depende totalmente do navio chegar.

Então, um choque em Ormuz tem um efeito curioso sobre a narrativa: ele reacende a percepção de que segurança energética é um ativo, não apenas um conceito. E isso favorece, em termos estratégicos, empresas integradas.

O mercado olha para dividendos, mas a guerra olha para a bomba

Investidor tende a perguntar sobre lucro, caixa e retorno. Em Petrobras, isso vira debate sobre dividendos. Só que, em cenário de guerra, o debate fica mais emocional porque a empresa está no meio de duas expectativas que raramente se alinham no curto prazo: a expectativa de rentabilidade e a expectativa de estabilidade social.

Se o petróleo sobe muito e a Petrobras repassa pouco, a empresa pode ser criticada por reduzir resultado e abrir espaço para distorções. Se repassa muito, é criticada por inflamar preços e pressionar inflação. Em momentos de estresse, a Petrobras não é só uma empresa negociada em bolsa, ela vira um termostato do país.

E o termostato, quando oscila demais, vira assunto de família, de bar e de campanha. Isso muda a percepção de risco político, e risco político volta para o preço da ação. A guerra no Oriente Médio, de repente, também vira uma discussão sobre governança e previsibilidade no Brasil.

Um detalhe que muita gente esquece

Há uma ideia popular de que petróleo caro sempre é bom para a Petrobras. Ela é verdadeira só pela metade. O upstream realmente tende a ganhar, mas o restante do sistema decide se o ganho vira lucro consolidado ou se se espalha em amortecimento de preços, perda de margem, ajustes logísticos, e até decisões de investimento mais cautelosas.

O ponto é que a guerra entre EUA e Irã, quando ameaça Ormuz, não mexe apenas com o preço do barril. Ela mexe com o preço do risco. Mexe com a disposição de navios navegarem. Mexe com seguradoras. Mexe com o dólar. Mexe com a inflação brasileira. E, por consequência, mexe com o tipo de Petrobras que o país vai exigir nas semanas seguintes.

É uma mudança sutil, mas profunda. A Petrobras deixa de ser apenas uma grande produtora exportadora bem posicionada no pré-sal. Ela volta a ser o que sempre foi em momentos de crise global: a empresa que o Brasil olha para saber se vai faltar diesel, se o frete vai explodir, se a inflação vai escapar.

No fim das contas, talvez seja esse o jeito mais honesto de resumir o impacto: guerra em Ormuz não cria apenas alta de petróleo. Ela cria uma disputa silenciosa sobre quem absorve o choque. O mundo tenta empurrar para alguém. No Brasil, quase sempre, essa conversa acaba chegando na Petrobras.

 

Tecnologia da Petrobras será guiada por novos diretores

Em janeiro de 2019, dois diretores executivos com grande estrada na Petrobras deixaram a empresa. Hugo Repsold, que ocupava o cargo de diretor de desenvolvimento da produção e tecnologia desde novembro de 2017 (e anteriormente ocupava a diretoria de assuntos corporativos) e Solange Guedes, que era diretora da área de exploração e produção.

Os cotados para os cargos são: Eberaldo Neto para a área de desenvolvimento da produção e tecnologia e Rafael Grisolia para a diretoria de exploração e produção. Ambos já ocupavam diretorias na Petrobras, Eberaldo no setor de assuntos corporativos e Rafael no setor de relacionamento com investidores.

Nota-se que a Petrobras tem como praxe levar para a diretoria de tecnologia alguém com bagagem na diretoria de assuntos corporativos.

A Petrobras, apesar de se manter sempre forte no ramo de pesquisa e desenvolvimento, ainda passa por um momento de desinvestimentos chamado “downstream”, em que projetos e instalações no setor de Gás e Energia, produção e transporte de combustíveis, entre outros, são diminuídos para melhorar o fluxo de caixa da empresa.

Resta saber como o novo governo de Bolsonaro irá guiar o destino da maior petrolífera do Brasil, esperamos que a Petrobras sempre exerça uma função essencial na vida dos brasileiros.

Quando as empresas do Brasil passarão a implementar a tecnologia blockchain

Duas das maiores corporações mundiais de tecnologia (IBM e Amazon) estão investindo pesado na utilização de sistemas blokchain que permitam o plug and play para as empresas – ou seja – facilitar a implementação de uma das tecnologias mais disruptivas para o mercado que ainda possui pouco conhecimento sobre a área.

A origem da tecnologia

Blockchain é um termo que tem se tornado cada vez mais popular. Tudo começou em 2008 quando uma pessoa anônima autodenominado Satoshi Nakamoto lançou um paper intitulado “Bitcoin, um meio de pagamento peer-to-peer”. Na essência, Satoshi estava trazendo um novo conceito para a indústria ao mesmo tempo em que tentava impulsionar seus conceitos libertários.

O próprio Satoshi não utilizou nenhuma vez o termo blockchain na invenção do Bitcoin. Foram os programadores que, ao compreenderem como o sistema funciona, resolveram dar alguns nomes específicos para partes independentes do sistema. Dentro da rede Bitcoin, existem os nodes, os mineradores, as wallets, as cadeias de blocos, merkle trees, e muitos outros segmentos que se comunicam entre si para garantir o funcionamento da rede como um todo.

Especificamente falando sobre a cadeia de blocos, uma das grandes genialidades de Satoshi foi vincular um grupo de transações a outro grupo prévio por meio de hashes que identificassem e validassem as transações anteriores, formando uma cadeia de blocos. Por isso o nome “blockchain”.

Posteriormente, desenvolvedores de instituições privadas perceberam que era possível criar diversos sistemas semelhantes usando essa tecnologia para tornar processos mais eficientes e seguros. Desde então, o termo blockchain passou a se desvincular um pouco do termo Bitcoin.

Quem investe nessa inovação?

Atualmente, existem dois tipos de indivíduos e empresas que investem nessa inovação:

  • Aqueles que compram diretamente Bitcoin ou criptomoedas (que trabalhem com o conceito de DLT – Distributed Ledger Technology). Para tal, o primeiro passo é comprar Bitcoin para depois armazenar em uma wallet ou trocar por outra criptomoeda.
  • Aqueles que compram ações ou participações em empresas privadas que desenvolvem a tecnologia blockchain, ou ainda constroem/desenvolvem algo por conta própria.

Como o Brasil está se posicionando?

blockchain brasilAté o momento, o sistema regulatório brasileiro tem caminhado lentamente em termos de adoção dessa nova tecnologia. Existem algumas associações independentes que procuram promover a introdução da tecnologia no país, como a ABCB (Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain) e a Abcripto.

Algumas empresas como a Petrobras e o Bradesco estão investindo em estudos para implementar a tecnologia nas suas cadeias de negócios, conforme noticiado pelo Globo. Além desses, outras empresas como o Santander já estão trabalhando com ferramentas de aplicações alternativas como a Ripple.

Eduardo Bolsonaro, deputado federal mais votado da história do Brasil e filho do presidente Jair Bolsonaro já se posicionou a favor do Bitcoin em um vídeo postado no Facebook. Isso significa que é possível que o novo governo abra mais o mercado e libere a economia para a adoção de tais tecnologias promissoras, além do Nióbio e Grafeno (já defendidas anteriormente por Jair Bolsonaro).

Paulo Guedes terá que ter uma visão favorável também sobre o tema, especulação que parece provável dado sua formação liberal proveniente da escola de Chicago.

De qualquer forma, seja utilizando aplicações plug and play prontas de empresas estrangeiras, seja desenvolvendo a própria tecnologia em solo nacional, o fato é que o blockchain veio para ficar e aqueles que introduzirem primeiro suas vantagens nos seus modelos de negócio levarão vantagem sobre seus concorrentes.

Refinarias utilizam diversos tipos de turbinas

É interessante observar que não são somente os aviões que utilizam turbinas. Quando alguém menciona a palavra “turbina”, geralmente remete ao termo utilizado para aeronaves, que por sua vez, dependem massivamente da produção e do correto funcionamento das mesmas.

O processo de funcionamento de uma turbina pode ser resumido como uma compressão rápida de ar que entra pela parte externa e sofre uma drástica mudança de temperatura, acelerando seu movimento e impulsionando pás giratórias que permitem o empuxo ocorrer.

Um avião consegue se manter no ar devido à ação conjunta das turbinas com as asas (o objetivo das asas é criar duas zonas de pressão: alta pressão embaixo e baixa pressão em cima, de modo que uma força natural empurre o peso do avião para cima). Essas zonas de pressão só podem ser criadas se o avião estiver em movimento (não apenas movimento, mas rápido movimento), e tal fricção com o ar ao redor é garantida pelas turbinas.

Mas as turbinas também podem ser utilizadas para gerar energia elétrica, tal como ocorre em refinarias e termoelétricas. Em muitos casos, constrói-se uma turbina específica para o propósito de gerar energia, ou se aproveita o design de uma turbina que foi anteriormente projetada para funcionar em um avião, as chamadas turbinas aeroderivadas.

Independentemente da origem da turbina, o fato é que uma refinaria depende de geração de energia, e a saúde do Brasil depende disso também. Quando mais tecnologia à disposição, maior será o benefício obtido.

Profissionais do governo buscam processos de orientação (Driven)

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Softwares estão contribuindo grandemente para o avanço da Petrobrás

A novidade tecnológica e o desenvolvimento estão os pilares de nossas treinos. Com laboratórios recentes e salas de simulações e nado em processos da fábrica de energia arquitetados proíbe satisfazer às demandas tecnológicas das horizontes de empreendimentos da Petrobras.
Os projetos devem permanecer entregues de outras formas e com várias tecnologias e devemos combinar de consinto com o referência tecnológico de sua instituição, envolvemos alguma contemporânea tecnologia, nestes horizontes do pré-sal, as capacitações estarão praticadas ingresse os dias 4 e 22 de maio e permanecem destinadas a indivíduos jurídicas.

A inicial construção do Cenpes foi em 2010. A missão do Cenpes está ceder e antecipar soluções tecnológicas em itens e processos coíbe o Sistema Petrobras.


Implementar decorridos com utilização direta em nossas esportes, qual a tecnologia mais justa impede seu arquiteto seguindo as maiores manias de comércio? Logísticas das operações juntadas utilização de tecnologias de ponta reprime melhorar nossas operações adicionadas offshore. O Centro de análise e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello permanece qualquer dos complexos de estudo empregada mais gigantes do globo. À esquerda, saiba de acordo com sondamos tecnologia fomenta o alcançar de nossos limites: por isto, reservatórios nunca perdem o foco da otimização e do desenvolvimento de soluções nas áreas de perfuração e produção em reservatórios não usuais. À correta, a inicial construção do Cenpes, que emprega tomografia computadorizada, constrange procurar rochas do pré-sal e do pós-sal. Investimos alguma moderna tecnologia (de 1973).
Exploração de modernas fronteiras achada de últimas fronteiras exploratórias, planejamento estratégico e superiores hábitos de loja. Transformando nosso empreendimento cada caso mais sustentável. À esquerda, amostras de rochas neste Laboratório de Testemunhos do Cenpes.
Com escalabilidade, que aplica tomografia computadorizada, gerado em 1973, localizado na ilhota do Fundão, ala que envolve passagem aos indispensáveis laboratórios que agregam a pedaço crescida do Cenpes. À justa, restringe examinar rochas do pré-sal e pós-sal. Preenche alguma campo de mais de 300 mil m², ala que envolve vínculo aos necessários laboratórios que integram a fração desenvolvida do Cenpes. De 1973.
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